Aloys (Aloys, Suiça / França, 2016) – Nota 6,5
Direção – Tobias Nolle
Elenco – Georg Friedrich, Tilde von Overbeck, Kamil Krejci, Yufei Li.
Aloys Adorn (Georg Friedrich) é um detetive particular especializado em espionar e filmar pessoas. Mesmo sendo um sujeito frio, a morte de seu pai mexe com os sentimentos de Aloys, que começa a beber.
Após uma bebedeira, ele acorda em um ônibus e descobre que alguém roubou seu equipamento. No dia seguinte, uma voz feminina (Tilde von Overberck) entra em contato pelo telefone avisando que pegou seu material e que assistiu suas gravações.
A princípio desesperado em recuperar o material e revoltado pelo acontecido, Aloys destrata a mulher pelo telefone, da mesma forma que age com outras pessoas que cruzam sua vida. Aos poucos, as conversas pelo telefone se repetem e resultam em uma estranha relação de cumplicidade e imaginação.
A solidão é tema comum no cinema, o diferencial neste longa é a forma como o sentimento une duas pessoas complicadas, que por quase todo o filme se relacionam apenas pelo telefone.
As primeiras conversas criam uma certa expectativa, passando em um segundo momento para sequências alegóricas em que a imaginação dos personagens são encenadas. Desta parte em diante, o longa perde fôlego pela lentidão da narrativa e a sensação de que a história parece girar no mesmo lugar.
As primeiras conversas criam uma certa expectativa, passando em um segundo momento para sequências alegóricas em que a imaginação dos personagens são encenadas. Desta parte em diante, o longa perde fôlego pela lentidão da narrativa e a sensação de que a história parece girar no mesmo lugar.
O resultado é apenas mediano. A sessão vale para quem curte filmes estranhos.


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